Lajes e Portugal fora da guerra e da NATO! Por 1… 2… 3… Revoluções Socialistas!

Trump, por agora o testa de ferro do imperialismo, apoiado no seu enclave militar sionista-imperialista – imposto pela guerra ao povo palestiniano desde Maio de 1948 e que excluiu as populações judias da convivência democrática com as populações da região -, iniciou uma guerra destruidora e agressora a milhares de kms de distância dos EUA contra os povos do Médio Oriente, Irão, Palestina, Líbano, Síria. Pela enésima vez, a guerra permanente daquela dupla assassina tem levado ao genocídio em Gaza e no restante Médio Oriente, ao bombardeamento de aldeias, escolas, hospitais e ambulâncias e à destruição de infraestruturas e habitações na região, que levaram anos e vidas a serem construidas. À mistura com doses convenientes de ameaças e promessas cínicas de democracia, estabilidade e luta antiterrorismo, os maiores terroristas do mundo, na ânsia de controlo da região e da exploração da indústria petrolífera mundial, não têm hesitado em matar e mutilar homens, mulheres, jovens, crianças, combatentes antisionistas e anti-imperialistas.

O clamor mundial dos povos e da opinião pública contra esta guerra permanente tem obrigado a que alguns dos seus velhos aliados imperialistas – nomeadamente as “democracias” europeias, que também têm armado o enclave sionista e justificado o seu terrorismo e genocídio, e têm erguido a NATO como a mais formidável arma de guerra – se afastem do rei norteamerican. Contudo, os condes e viscondes do governo de Montenegro persistem na sua servidão rastejante ao manter a Base das Lajes – e o país! – como porta-aviões na agressão aos povos do Médio Oriente.

TEMOS QUE EXIGIR TAMBÉM O CORTE DE RELAÇÕES COM O ENCLAVE SIONISTA! 

Nós, do MPRM, que neste mês de Abril recordamos a luta conjunta dos povos africanos e português contra o imperialismo e o colonialismo fascista e a Revolução de 1974-1975 que impactou então sobre toda a Europa, propomos aos ativistas e trabalhadores a luta por um Governo da Classe Trabalhadora e a ruptura não só com Montenegro mas também com as ilusões em António Seguro. Denunciamos, que apesar de aquele ser o ‘Comandante Supremo das Forças Armadas’ e de ter recolhido a maior votação e apoio na luta contra a extrema direita do Chega nas últimas eleições, não tenha chamado o povo portugês e a juventude a se mobilizarem contra a passagem de armas de destruição e massacre de outros povos pelo território português. Mas Seguro prefere embrulhar-se nos “valores do humanismo”, no “presidente de todos”, no “Direito Internacional”…

Seguro embrulha-se ainda no “respeito e estabilidade das instituições”, ou seja, na estabilidade do governo de Montenegro em caso de lutas e descontentamento radical dos jovens e trabalhadores portugueses, nomeadamente contra o patronal Pacote Laboral, por salários decentes e uma habitação digna para viver. PRECISAMOS DE UMA NOVA GREVE GERAL, ORGANIZADA NA BASE E COM OS ATIVISTAS!

Basta de guerras e de miséria! Governos dos trabalhadores!

As mobilizações de milhões – jovens, trabalhadores, emigrantes – que já ocorreram por várias vezes nos EUA sob a bandeira “No Kings / Não aos Reis” – contra o ICE, a guerra e a crise social e económica no coração do imperialismo – apontam exemplarmente como a via para a derrota do governo de  Trump e do seu imperialismo no Médio Oriente, mas também na Venezuela, em Cuba… Também a luta heróica dos povos do Médio Oriente tem uma luta “irmã” que igualmente merece a nossa solidariedade: a do povo ucraniano, que desde Fevereiro de 2022 enfrenta a invasão do seu país pela ditadura do czar Putin, e os massacres e a destruição de aldeias, casas, hospitais, e ainda a conciliação com o imperialismo por parte de Zelensky …

As mobilizações “No Kings” – e outras semelhantes que têm ocorrido em vários países europeus por direitos da classe trabalhadora e da juventude – assim como  as heróicas resistência palestiniana e mobilizações de Dezembro e Janeiro do povo e mulheres iranianas contra a ditadura e repressão ferozes da burguesia teocrática iraniana – são um exemplo para serem repetidas em todo o lado e a única via para derrotar os ‘Reis das guerras imperialistas” e conquistar GOVERNOS DOS POVOS E TRABALHADORES. As burguesias iraniana, russa ou chinesa, as “burguesias progressistas“ de Venezuela, Cuba, Brasil ou a “burguesia democrática” de Zelensky, são incapazes de constituirem uma alternativa ao  imperialismo e à exploração e decadência capitalistas.

Não há razão para as organizações e os activistas revolucionários serem pessimistas e se renderem à democracia burguesa e disputa parlamentar. Pelo contrário, as mobilizações e resistência das mulheres, juventude e classe trabalhadora abrem caminho para organizar a luta por GOVERNOS DA CLASSE TRABALHADORA E PELO SOCIALISMO! AJUDA A CONSTRUIR O PARTIDO DA REVOLUÇÃO MUNDIAL!

Militantes por um Partido Revolucionário Mundial [M.P.R.M.]

cir-internacional.org/pt/  [Centro Internacional pela Reconstrução]   mprm1917@gmail.com

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